Opinião

Ataques cibernéticos

Num mundo cada vez mais globalizado e actualizado, pela forte corrente das competitividades internas e externas e da acirração da evolução das organizações é uma realidade constante, onde deparamo-nos com apressuramento da velocidade tecnológica e inovação, e os seus impactos internos e externos, verificamos cada vez mais que estamos perante uma situação que se torna presente no seio da administração organizacional e das pessoas em geral, provocando assim, modificações constantes e mudanças no modo operante das actividades decorrentes dos constrangimento que vem surgindo devido aos ataques dos riscos cibernéticos das novas tecnologias de informação. A informação torna-se a marca da actualidade.

Num mundo cada vez mais globalizado e actualizado, pela forte corrente das competitividades internas e externas e da acirração da evolução das organizações é uma realidade constante, onde deparamo-nos com apressuramento da velocidade tecnológica e inovação, e os seus impactos internos e externos, verificamos cada vez mais que estamos perante uma situação que se torna presente no seio da administração organizacional e das pessoas em geral, provocando assim, modificações constantes e mudanças no modo operante das actividades decorrentes dos constrangimento que vem surgindo devido aos ataques dos riscos cibernéticos das novas tecnologias de informação. A informação torna-se a marca da actualidade.
Com o surgimento dos ataques direcionados as empresas e ameaças avançadas persistentes, é claro que uma nova abordagem em relação à cibersegurança é necessária. As empresas devem estar cada vez mais preparadas utilizando a inovação como seu recurso de superação e desenvolvimento na capacitação das pessoas, que darão melhor resposta a estas situações, não usando as técnicas tradicionais simplesmente, que já não são mais adequadas para proteger os seus dados contra os ataques de riscos cibernéticos. A grande preocupação dos “riscos ciberneticos e ataques” está nos mercados mais desenvolvidos de inovação, a mudança é muito rápida e é constante dos cenários político, económico e social. Enquanto a maioria dos bens antigamente era representada por átomos, hoje boa parte deles é representada por bits.
De acordo com a“International Telecommunication Union (ITU)”define-se segurança cibernética como: Qualquer circunstância ou evento interno ou externo com o potencial de causar impacto negativo sobre a confidencialidade, integridade e disponibilidade de informação ou sistemas. Que resulta na perda de ferramentas, políticas de segurança, guias de metodologias de gestão de riscos internas, acções, que podem ser utilizadas para proteger o ambiente dos riscos cibernéticos e os activos das organizações e de seus usuários. Tais activos incluem dispositivos computacionais, pessoas, infra-estrutura, aplicações, serviços, sistemas de telecomunicações e a totalidade da informação transmitida e armazenada no ambiente cibernético dentro de um ambiente onde organizações estão inseridas ou pessoas.(Fonte: Nota técnica da sociedade civil para a CPI de crimes cibernéticos – ITU-CIBERSEG-2016).
É fundamental realçar que riscos cibernéticos provocam uma grande perda organizacional, registando deste modo um nível alto de risco organizacional, podendo desta forma impactar nos objectivos de negócio e na reputação e imagem da empresa, afectando a continuidade do negócio organizacional.
Conhecer e dar tratamento aos riscos e vulnerabilidades de TI que podem impactar na governação e processos críticos da sua organização, deixou de ser uma necessidade técnica e transformou-se numa estratégia organizacional prioritária.
A actual conectividade digital modificou radicalmente a vida das organizações e pessoas. As conexões na internet permitem efectivamente acessar sistemas de dados em organizações inteiras a nível do mundo todo. No entanto, o lado negativo é que estas conexões podem também levar a perdas crescentes, na medida em que os riscos aumentam com interacções mais intensas nas rede organizacionais. Os crimes cibernéticos podem ser considerados como actos criminosos, cometidos via internet, com um interesse em ganhos financeiros, maliciosos, políticos ou espionagem que representam um risco que não podemos negligenciar.
Nos dias de hoje podemos verificar grandes empresas a correrem maiores riscos de serem alvo de ataques cibernéticos, os“hackers”são um risco para os bancos centrais, não só para o bancos, mas penso que cada instituição tem de ser proactiva na defesa contra eventuais ataques informáticos, facto que aconteceu recentemente com o Banco da Inglaterra; Banco Central da Grécia e a conceituada empresa da Uber de transporte serem alvos de ataques cibernéticos.
A segurança cibernética e os direitos humanos tem reforçado mutuamente a segurança dos riscos cibernéticos e sistemas de informação, fundamentalmente para o exercício dos nossos direitos humanos num ambiente digital, apoiado por direitos em salvaguardar a integridade e confiabilidade de informação e privacidade das pessoas em geral, e será provável tornar-nos mais seguros, online bem como off-line.