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FMI projecta economia global

Os responsáveis compilam os dados sobre o crescimento que deverão apresentar nos próximos encontros de líderes do G20 com uma forte preocupação ao proteccionismo dos Estados

Os responsáveis do Fundo Monetário Internacional (FMI) estão, neste momento, a compilar os dados do relatório sobre o crescimento económico mundial, que deverá ser apresentado, nos próximso encontros dos líderes do G20.
De acordo com as indicações avançadas, o documento do Fundo Monetário Internacional (FMI) vão dedicar atenção especial a economia japonesa, pois segundo previsões o Produto Interno Bruto (PIB) deste deverá crescer de um para 1,5 por cento este ano.
A relevância deste dado está nop facto de a percentagem ser maior que a estimativa anterior de 0.8 divulgada em Janeiro. A justificar o crescimento está uma provável mais-valia do sector das exportações das empresas, tidas como as principais contribuintes nesse momento.
Um outro faco do FMI será também a respeito das projecções do PIB britânico que deverá ascender dos um para os 2,0 por cento.
Os presidentes dos países que integram o G20 reúnem em Julho na Alemanha e em Setembro, em Viena da Aústria.

Alertas e incertezas
Uma alerta às economias, contudo, que deve avançar o FMI tem que ver com as políticas protecionistas em todo o mundo, pois no entender do fundo elas podem diminuir o crescimento global.
No que diz respeito as incertezas, as tensões políticas nas relações Estados Unidos - Rússia e Estados Unidos-China deverão, de igual modo, concentrar a atenção dos presentes e da opinião pública internacional.
No início tudo parecia caminhar para a existência de um novo pacto de “não agressão” entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin, mas os recentes incidentes na Síria, aliáda Russa, com um ataque americano que afectou interesses desse, mudou a paz aparente entre ambas as potências.
Esta semana, o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, foi à Rússia, onde acertou com as autoridades do Kremlin os caminhos para uma futura cooperação pacífica entre os Estados.

Grupo Anticorrupção
Esta semana foi o grupo Anticorrupção do G20 que reuniu, no Brasil, mais de uma centena de especialistas mundiais na luta contra a corrupção.
De acordo com o ministro da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) do Brasil, Torquato Jardim, a reunião periódica do Grupo de Trabalho Anticorrupção do G20 abordou temas como a “Cooperação internacional para o combate aos crimes financeiros internacionais”, como a “Lavagem de dinheiro”, bem como “Parcerias que permitem a partilha de documentos e informações” e a “Recuperação de activos”.
Ao grupo do G20 pertencem Estados Unidos, China, Índia, UE, Indonésia, Brasil, Rússia, México, Japão, Alemanha, Turquia, França, Reino Unido, Itália, África do Sul, Coreia do Sul, Argentina, Canadá, Arábia Saudita e Austrália.
Os países do grupo representam cerca de 84 por cento da população mundial e aproximadamente 80 do Produto Interno Bruto (PIB) global.