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Economia dos EUA cresceu mais do que o esperado em 2017

A economia dos Estados Unidos de América cresceu a um ritmo de 2,9 por cento no último trimestre de 2017, quatro décimas acima das estimativas anteriores.

A economia dos Estados Unidos de América cresceu a um ritmo de 2,9 por cento no último trimestre de 2017, quatro décimas acima das estimativas anteriores.
Os dados foram avançados no relatório da evolução do PIB norte-americano entre Outubro e Dezembro do ano passado, publicado na passada quarta-feira, pelo Departamento do Comércio. A nação mais poderosa do mundo registou assim um crescimento global no ano 2017 de 2,3 por cento.
Os valores acima do esperado no último trimestre do ano são atribuídos a uma subida de quatro por cento no consumo, acompanhada por um maior investimento privado.
Quando chegou à Casa Branca, o Presidente Donald Trump estabeleceu como objectivo um crescimento anual de pelo menos 3 por cento, que espera alcançar com a ambiciosa reforma fiscal que vez aprovar em Dezembro.

Trump impõe tarifas à China
Por outro lado, o Presidente norte-americano, confirmou, recentemente, a aplicação de tarifas sobre as importações chinesas num valor anual até 60 mil milhões de dólares (48,7 mil milhões de euros), assegurando, porém, que encara a China como um país “amigo”.
Esta bateria de tarifas visando as importações chinesas, que já tinha sido avançada algumas horas antes por altos funcionários da Casa Branca, pretende travar, segundo as palavras de Trump, a concorrência desleal por parte de Pequim e restringir o roubo de propriedade intelectual norte-americana.
O valor inicial avançado por fontes da administração norte-americana rondava os 50 mil milhões de dólares (cerca de 40 mil milhões de euros).
Apesar destas medidas, Donald Trump insistiu, que a China é um país “amigo” e que tem “imenso respeito pelo presidente Xi Jinping”.
Também enfatizou a sua excelente relação pessoal com o seu homólogo chinês.
A China já anunciou que está a preparar uma série de respostas e garante que vai combater o que diz ser proteccionismo mas que ainda tem esperança no diálogo com Washington.