Mercados
Total diversifica áreas de negócio
A companhia petrolífera francesa Total está a ponderar a possibilidade de realizar investimentos adicionais no Congo-Brazzaville, onde actua há 50 anos, declarou o seu director para África, Guy Maurice, citado esta semana pela rádio pública congolesa, de acordo com a Panapress.
A companhia petrolífera francesa Total está a ponderar a possibilidade de realizar investimentos adicionais no Congo-Brazzaville, onde actua há 50 anos, declarou o seu director para África, Guy Maurice, citado esta semana pela rádio pública congolesa, de acordo com a Panapress.Mercado angolano
No mercado angolano, onde já actua há mais de 60 anos, a Total é o operador líder. Conta com mais de 1.700 colaboradores e investe em 4 FPSO (Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência, traduzida do inglês Floating Production Storage and Offloading - FPSO).
O Fpso Clov foi a primeira embarcação do seu género a ser parcialmente construída em Angola, no município de Porto Amboim, na província do Cuanza Sul, que actualmente uma das regiões mais activas da indústria petrolífera angolana, com dois estaleiros e foi aí onde se construiu e montou o módulo de tratamento de água em 2013. A cerimónia de baptismo, realizada em Dezembro de 2013, foi presidida pela ex Primeira-dama da República de Angola, Ana Paula dos Santos, que também é madrinha da plataforma. O Clov foi o último Fpso instalado no prolífico Bloco de Ouro - o Bloco 17.
Com uma capacidade de processamento prevista de 160 mil barris por dia, o Fpso Clov iniciará as suas actividades no Bloco 17 do offshore de Angola em 2014. O quarto Fpso que o grupo Total tem em Angola pode armazenar até 1,78 milhões de barris de petróleo numa estrutura com 305 metros de comprimento e 61 metros de largura e uma capacidade para 140 trabalhadores.
O início da actividade do quarto navio de produção, armazenamento e carregamento de petróleo e gás natural do grupo Total no offshore do Bloco 17 em Angola aconteceu em 2014.
Mais recentemente, no quadro de uma parceria com a petrolífera pública, a Sonangol, a Total entrou para o sector da distribuição, tendo inaugurado em finais de 2018 o seu priomeiro posto de abastecimento na zona do S. Paulo, em Luanda.
Com 4.500 bombas de distribuição de combustível espalhadas por todo o continente africano, a Total aplica as suas experiências no mercado angolano.
A Total é mais conhecida em Angola com actividades em “upstream”, ou seja exploração, perfuração e produção. Mas com os acordos passa a ter a sua actividade também em “downstream”, isto é transporte dos produtos da refinaria até os locais de consumo.