Mercados

Situação económica conjuntural fez diminuir participação em negócios

A Feira Internacional de Luanda (FILDA/2017), que aconteceu entre 26 a 30 de Julho do ano passado, este aquém dos números anteriores, em parte devido a situação económico conjuntural que o país vivedesde os finais de 2014, o que levou a queda no número de expositores. Um ano depois do interregno, a feira decorreu no auge da crise económica que o país atravessa, até hoje.

A Feira Internacional de Luanda (FILDA/2017), que aconteceu entre 26 a 30 de Julho do ano passado, este aquém dos números anteriores, em parte devido a situação económico conjuntural que o país vivedesde os finais de 2014, o que levou a queda no número de expositores. Um ano depois do interregno, a feira decorreu no auge da crise económica que o país atravessa, até hoje.
O certame que durante quatro dias decorreu no novo espaço, no caso, na Baía de Luanda, numa área de 16 mil metros quadrados, contou com a participação de mais de 200 empresas provenientes de diversos países do mundo, para  expor os seus produtos e serviços  com os expositores nacionais.
O objectivo da organização foi o de juntar mais de duzentos expositores nacionais e estrangeiros, conforme tinha anunciado, em Luanda, o presidente do conselho de administração do grupo  Eventos Arena, Bruno Albernaz, na qual se esperava também  uma participação de 15 países convidados.
A feira decorreu sob o lema “Diversificar a economia e potenciar a produção nacional, visando uma Angola auto-suficiente e exportadora”, na qual o gestor esclareceu que a realização do evento foi uma iniciativa do Ministério da Economia, no qual o grupo Arena entrou como entidade  escolhida para promover o evento.
Os expositores pagaram em função dos espaços que solicitarem, sendo o espaço mínimo de um metro quadrado orçado
entre 22 a 28 mil kwanzas. Quanto aos países convidados, Bruno Albernaz, destacou África do Sul, Turquia, Espanha,
Portugal e Alemanha.
Por exemplo, a 32ª Edição da Feira Internacional de Luanda, realizada de 21 a 26 de Julho de 2015, movimentou um volume de negócios estimado em 11 milhões de dólares norte-americanos, resultado de cinco dias de contactos comerciais entre decisores, fornecedores, gestores e financiadores. Este ainda não foram avançadas os valores arrecadados, mas tudo indica que esteve abaixo dos valores da penúltima edição.
O certame, uma organização do Ministério da Economia em parceria com o grupo empresarial Eventos Arena, conta com a participação de mais de dez países convidados, tendo Portugal sido representado pela associação empresarial deste país e a  Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (Aicep), enquanto o Brasil foi  coordenado  pela  Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil).
As empresas participantes exercem várias actividade nos sectores das pescas, agricultura, telecomunicações, financeiro, mineiro, indústria transformadora, petróleo, energia e água, construção, transportes e saúde. Em 2015 a Feira Internacional de Luanda contou com a participação de mais de 900 expositores, entre nacionais e estrangeiros, numa área de 50 mil metros quadrados, ou seja, menos 700 expositores em relação a edição realizada no ano passado.