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Reformas têm efeito positivo no PIB

As reformas a serem feitas no sector financeiro angolano poderão ter um efeito positivo de crescimento em até 3,5 por cento sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país, afirmou hoje o chefe da economia nas regiões africanas do Banco Mundial (BM), Albert Zeufack.

As reformas a serem feitas no sector financeiro angolano poderão ter um efeito positivo de crescimento em até 3,5 por cento sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país, afirmou hoje o chefe da economia nas regiões africanas do Banco Mundial (BM), Albert Zeufack.
O Produto Interno Bruto (PIB) do país registou um crescimento real na ordem de 0,9 porcento no ano de 2015, dados que ficam abaixo dos registados em 2014, período em que o registo cifrou-se em 4,1 por cento.
Em declaração à Angop, a propósito da visita de trabalho de três dias ao país, o especialista em matérias económicas frisou que as reformas económicas aceleram a economia, na medida em que se aplicam investimentos nos mais diferentes sectores.
As reformas económicas incluem medidas para facilitar a aplicação de capital por investidores internos e externos e estabelecem o regime de acesso aos benefícios e outras facilidadesa conceder pelo Estado.
De acordo com o responsável do Banco Mundial, as reformas ajudam na melhoria do ambiente de negócios em Angola, enquanto suporte do desenvolvimento do sector privado, tendo em conta que facilita a criação de postos de trabalho, igualdade social e redução da baixa qualidade do ensino.