Mercados

BNA dá esta semana 150 milhões de euros em sessão com 21 bancos

Os bancos de Poupança e Crédito (BPC), Standard Bank Angola (SBA) e o Crédito do Sul (BCS) levaram cada um 16.968.944 euros no leilão de divisas desta semana que o Banco Nacional de Angola (BNA) efectuou, o que totaliza 59.906.832 euros repartidos entre si.

Os bancos de Poupança e Crédito (BPC), Standard Bank Angola (SBA) e o Crédito do Sul (BCS) levaram cada um 16.968.944 euros no leilão de divisas desta semana que o Banco Nacional de Angola (BNA) efectuou, o que totaliza 59.906.832 euros repartidos entre si. O valor representa cerca de 40 por cento do total de 150 milhões de euros postos à disposição dos 21 operadores participantes da referida sessão.
De acordo com o comunicado do banco central, o plafond de EUR 150 milhões que os bancos comerciais beneficiaram no mercado primário visa a abertura de cartas de crédito com o objectivo de assegurar a importação de mercadorias diversas.
Desta sessão, não se verificou nenhuma alteração da taxa de câmbio média ponderada tendo a mesma se mantido em kz 342,019 por euro.
Conforme se pode ler no comunicado, os restantes 90.093.168 euros foram repartidos entre os outros 18 operadores. O Banco Económico com 13,5 milhões liderou o segundo grupo, seguiram-se-lhe Millennium Atlântico (ATL), Angolano de Investimentos (BAI), e Caixa de Angola (BCGA) com 11,3 milhões; o Sol com nove milhões de euros, BFA com 5,6 milhões, o BCI, o Postal e o VTB receberam cada um 4,5 milhões de euros, enquanto o BNI ficou com quatro milhões de euros.
O Keve e o BCH beneficiaram de 3,7 e 3,3 milhões. O Valor (BVB) e o Standard Chartered (SCBA) ficaram com 1,9 e 1,1 milhão de euros,
respectivamente.
Com valores abaixo da casa do milhão surgem os operadores Banco de Investimento Rural (BIR) com 905 mil, o Finibanco (FNB) com 737,5 mil e o Banco Yetu que beneficiou de 678,7 mil euros.
No leilão anterior, efectuado na semana passada, o Banco Nacional de Angola (BNA) disponibilizou ao mercado cambial um plafond de 50 milhões de euros. Eventualmente, este tenha sido o último leilão de venda directa efectuado pelo banco central, que a partir da próxima segunda-feira transfere tal competência aos bancos comerciais e casas de câmbio.