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Acordo reforça aviação civil

Angola e Singapura assinaram ontem (19 de Abril), um acordo no domínio da aviação civil.
O entendimento, rubricado na cidade central de Singapura pelo ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, e o seu homólogo da Singapura, NG Chee Meng, visa estabelecer e operar serviços aéreos entre os dois Estados.

Angola e Singapura assinaram ontem (19 de Abril), um acordo no domínio da aviação civil.
O entendimento, rubricado na cidade central de Singapura pelo ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, e o seu homólogo da Singapura, NG Chee Meng, visa estabelecer e operar serviços aéreos entre os dois Estados.
Com a assinatura da parceria, a companhia de bandeira angolana Taag e a sua congénere, a Singapura Airlines, têm o direito de operar com qualquer tipo de aeronaves nos pontos acordados no quadro de rotas, até quatro frequências semanais, com direitos de tráfego de terceira e quarta liberdades para serviços de passageiros, que serão aumentadas até sete frequências semanais em 2023.
Estão previstos igualmente serviços de carga, desde que ambas autoridades aeronáuticas concordem em conceder autorizações pontuais para voos charters de carga.
Ao tomar a palavra na cerimónia, o ministro Augusto Tomás afirmou que o acordo marca um novo ciclo nas relações de cooperação entre Angola e a Singapura, por criar um espaço de intercâmbio comercial, a partir da Taag e da Singapura Airlines.
Augusto Tomás exaltou o potencial técnico e operacional da Singapura Airlines, em função de ser das melhores companhias aéreas do mundo.
Na mesma medida, considerou ser uma mais-valia ter a companhia aérea asiática como parceiro estratégico na cooperação a nível dos serviços aéreos com Angola.
O ministro disse estar assegurado o intercâmbio de transporte e mercadorias entre a região do sudeste asiático e Angola, que oferece uma localização geo-estratégica favorável no centro de África. “A Singapura é um país com um nível de desenvolvimento considerável e que podemos aproveitar para formar quadros angolanos, mas também proporcionar-nos a melhor interligação dos vários modelos de transportes como o aéreo, marítimo e portuário e o rodoviário”, referiu o ministro.