Lazer

País carece de mais técnicos

O país carece de técnicos bibliotecários, para satisfazerem todos os serviços prestados em bibliotecas, por não se realizarem concursos públicos para enquadramento desses especialistas.

O país carece de técnicos bibliotecários, para satisfazerem todos os serviços prestados em bibliotecas, por não se realizarem concursos públicos para enquadramento desses especialistas.
Esta afirmação foi feita esta semana, à Angop, em Luanda, pela directora adjunta da Biblioteca Nacional, Diana Luhuma, à margem de um encontro mantido com alunos de escolas da capital do país, a propósito do 2 de Abril, Dia Internacional do Livro Infantil, sem ter apontado o número de especialistas necessários.
Segundo a responsável, não tem havido enquadramento de especialistas em bibliotecas, através de concursos públicos, devido a crise económica e financeira que o país atravessa, facto que está a criar um défice no sector.
Para ultrapassar essa situação, Diana Luhuma fez saber que têm sido ministrados cursos de capacitação e refrescamento aos profissionais do sector, para aprimorarem conhecimentos e munirem-se de ferramentas modernas.
Informou que uma das metas do sector da Cultura é dar maior impulso para a criação e apetrechamento de bibliotecas com acervo e equipamento informático, assim como garantir a formação de mais técnicos.
Outro dos objectivos do sector da Cultura é inovar e melhorar o sistema de gestão da rede de bibliotecas do país, no sentido de garantir um serviço mais qualificado no atendimento ao público.
Sobre o Dia Internacional do Livro Infantil, a responsável defendeu a necessidade dos pais e encarregados de educação, assim como dos professores incentivarem as crianças a ganharem o hábito e o gosto pela leitura.
“A literatura infantil abre portas de um universo em que a criança abre a mente, fica melhor informada e instruída, abrindo novos horizontes a criança. Um menino que lê, com certeza, será um bom leitor adulto e com instrução”, argumentou.
O dia 02 de Abril foi escolhido em homenagem ao nascimento do escritor dinamarquês, Hans Christian Andersen, em 1805, considerado o primeiro autor a romancear as fábulas voltadas especialmente para crianças.