Lazer

Cai o pano no Festival do Elinga

Na comemoração dos seus trinta anos, a companhia de teatro “Elinga Teatro” realizou mais uma edição do seu habitual festival internacional.

Na comemoração dos seus trinta anos, a companhia de teatro “Elinga Teatro” realizou mais uma edição do seu habitual festival internacional. Dificuldades ligadas aos cambiais ditaram a reduzida participação de companhia estrangeiras, limitando-se o evento a receber uma companhia de Portugal e outra do Brasil. Entretanto e segundo depoimentos da organização, ainda assim os objectivos foram parcialmente alcançados. O evento que teve início no passado dia 21 de Maio, e realizado em dois espaços diferentes “ Elinga Teatro e Casa das Artes”, contou com a participação de grupos locais de onde se destacam o “Grupo Rugas” com a peça “ O Armário e a Cama e a “Companhia GET” ligada à Casa das Artes de Luanda que levou para a cena a obra “ As Orelhas de Mutaba”. Proveniente do Brasil, o grupo Caixa preta trouxe para o festival a obra “ A Órfã do rei” de autoria do autor e dramaturgo

Angolano José Mena Abrantes.
O festival viu adiar a mesa redonda prevista e que juntaria Directores de Companhias nacionais e estrangeiras. Nota negativa registada durante o evento foi a fraca participação de actores e directores angolanos que desperdiçaram desta forma a oportunidade de interacção com outras experiências e vivências de onde podiam beber conhecimentos sempre importantes para o fazer teatro.