Gestão

Inteligência colectiva valoriza as empresas

O escritor brasileiro, Augusto Cury, esteve em Angola recentemente, onde realizou várias palestras, sobre questões inerentes à saúde emocional, motivação, liderança da emoção, controlo da ansiedade e gestão da inteligência prática nas organizações, numa organização da Omnen Intellegenda, em parceria com o Instituto Superior Politécnico Metropolitano de Angola (IMETRO).

As suas suas preleções visaram tão somente criar oportunidade para que os participantes ouvissem em primeira mão e aprendessem com uma das autoridades científicas desta época sobre como usar o pensamento e a inteligência para desenvolver a qualidade de vida e a excelência profissional individual e colectiva.
Além disso, serviu para a construção da elevação das habilidades dos participantes em desenvolver actitudes salutares face aos desafios da vida contemporânea, e sobre como decifrar e aplicar os códigos da inteligência necessários para alcançar o sucesso em todas as coisas e áreas. Da sua agenda de trabalho em Angola, constaram encontros com académicos, profissionais de Educação, Saúde, Cultura, dirigentes públicos, executivos, empresários, estudos, entre outros.

Inteligência organizacional

Augusto Cury falou também da necessidade de muitas empresas hoje apostarem na cultura, estrutura e na liderança que leva a transformação da sua inteligência colectiva para que esta se torne um autêntica vantagem competitiva. O desperdício do conhecimento humano e a capacidade mental é, na maioria das companhias, muito disperdiçada pelas organizações.
Há para ele, a falta de objectivos comuns, afectados pelas brigas internas, políticas interdepartamentais mal direccionadas, má organização e uma série de outros problemas funcionais da organização causam um desperdício assustador de capacidade intelectual interna.
O conceito de inteligência organizacional é vista como a capacidade da empresa de mobilizar todo o seu potencial intelectual disponível e concentrar tal capacidade na realização da sua missão. Muitas empresas de grande porte, agências governamentais, universidades, organizações sem fins lucrativos e associações estão virtualmente em guerra entre si, na maior parte do tempo.
Para aquele autor brasileiro, nas organizações, a entropia é a quantidade de capacidade intelectual perdida ou desperdiçada, que não pode ser mobilizada para implementar a missão. A capacidade mental perdida e a energia desperdiçada numa empresa funcionam como um imposto interno sobre lucros.

Sobre o autor

Augusto Cury é escritor, médico e doutor em psicanálise e ainda especialista em motivação, liderança da emoção, controlo da ansiedade e gestão da inteligência prática. Ele é neste momento o maior autor do mundo nesta década, com mais 95 milhões de livros vendidos em mais de 70 países e é o quinto autor
mais lido em todo mundo.