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Galp mantém ritmo de exploração no “off shore” angolano

As operações da Galp em Angola continuam animadoras, apesar do declínio em algumas zonas de exploração.

As operações da Galp em Angola continuam animadoras, apesar do declínio em algumas zonas de exploração. Segundo o relatório acedido pelo JE, em Angola, a produção working interest foi de 7,9 mil barris de petróleo/dia, uma diminuição de 19 por cento face a 2016, afectada pelo declínio natural dos campos em produção no bloco 14.
O relatório assegura que, a produção net entitlement aumentou perto de 41 por cento face a 2016, para 91,5 barris/dia, na sequência do crescimento da produção no Brasil
A Galp detém activos na produção nos blocos 14 e 14k, através de duas plataformas em operação, detendo ainda uma participação no projecto Kaombo, no bloco 32, que se encontra em desenvolvimento.
Durante 2017, prosseguiram os trabalhos de conversão das duas FPSO a serem instaladas no projecto Kaombo, com capacidade de processamento de 125 barris cada.
O início da produção do projecto está previsto para o ano corrente. No final de 2017, a área contava já com 22 poços perfurados num total de 59 planeados para o desenvolvimento do campo Kaombo.
No no bloco 14/14k, os campos Benguela-Belize-Lobito-Tomboco (BBLT), Tômbua-Lândana e Kuito encontram-se em fase de declínio natural.