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Banco Sol disponibiliza um milhão de dólares para o projecto “Meu Táxi”

O Banco Sol disponibilizou esta semana, um milhão de dólares para financiar o projecto “Meu Táxi”, num acordo com empresa Organizações Chana.

O Banco Sol disponibilizou esta semana, um milhão de dólares para financiar o projecto “Meu Táxi”, num acordo com empresa Organizações Chana.
Rubricado pelo presidente do Conselho de Administração do Banco Sol, Coutinho Nobre Miguel e o director-geral das Organizações Chana, Paulo Vaal Neto, visa facilitar o acesso por parte dos micro e pequenos empresários do sector de prestação de serviço e transporte ao microcrédito para aquisição de viaturas sob forma de franquia.
Na ocasião, o director de Micro-Créditos do Banco Sol, Esmeraldo Cerca precisou que que acordo vai financiar táxis para jovens empreendedores a nível do país. “Numa primeira fase vai abranger 100 jovens, sendo que a ideia é subir esse número ao longo do tempo”.

Acesso ao crédito
Explicou ainda que o valor de cada viatura está avaliado entre 15 a 20 mil dólares em Kwanzas, num prazo de rembolso de dois anos com uma taxa de juto de 1,88.
“Os jovens terão de ser identificados quer pela Organizações Chana assim como pelo, devem ter mais de 20 anos de idade, possuir carta de condução profissional e serão testados do ponto de vista psicológico”, disse.
Por sua vez, o director da empresa Organizações Chana, Paulo Vaal Neto sublinhou que o projecto “Meu Táxi” está aberto à todos jovens que têm espírito de empreender e “nos disponibilizamos a viatura toda caracterizada para permitir que os jovens possam realizar serviços personalizado de táxis e sustentar às suas famílias”.
Referiu que o projecto começou em 2015 e que altura mereceu o apoio do Ministério da Juventude e Desportos. “Chegamos a ter 160 viaturas a circular em todo país”, acrescentou.
Além de Luanda o projecto “Meu Táxi” já existe nas províncias de Malange, Cuanza Sul.
Para o PCA do Banco Sol, Coutinho Nobre Miguel a iniciativa mostra de forma clara que a classe empresarial angolana está a ganhar consciência do seu papel, função e lugar no sentido de assegurar o crescimento económico do país.
“Angola de hoje e de amanhã precisa de respostas sustentadas e credíveis que lhe permita colocar no patamar de um país em fase de desenvolvimento e crescimento. As micro, pequenas e médias empresas constituem a espinha dorsal de qualquer economia, pois que elas permitem maior mobilidade de empregos para jovens e combate ao desemprego, à fome e pobreza”, afirmou.