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EUA apostam na formação jovem

Vinte estudantes, carentes financeiramente, seleccionados de cinco escolas públicas do município do Lubango, província da Huíla, concluíram esta semana, o segundo curso de Inglês e Informática, promovido pelo centro de formação profissional “Know- How”, financiado pela embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) em Angola.

Vinte estudantes, carentes financeiramente, seleccionados de cinco escolas públicas do município do Lubango, província da Huíla, concluíram esta semana, o segundo curso de Inglês e Informática, promovido pelo centro de formação profissional “Know- How”, financiado pela embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) em Angola.
Enquadrado num programa de bolsas de estudo para cursos de inglês, denominado “American English Access Microscholarship”, financiado pelos EUA, a iniciativa durou dois anos e ficou orçado em 36 mil dólares. Durante a formação, os estudantes tiveram aulas de inglês inicial até ao nível intermediário, informática aplicada, empreendedorismo, língua portuguesa e matérias relacionadas com a cultura dos EUA.
Na ocasião, a embaixadora dos EUA em Angola, Helen La Lime, manifestou a sua satisfação com o grau de aprendizagem dos alunos, que já dominam a língua inglesa e a informática básica.
Referiu que o governo dos EUA tem desenvolvido um “robusto” programa para aumentar o número de falantes da língua inglesa entre os angolanos e ajudar o processo de melhoria da qualidade do ensino no país.
Segundo a diplomata, é importante que os estudantes falem uma outra língua, além do português, para estarem melhor preparados para a vida social, cultural e profissional. “É incrível como uma escola desta dimensão oferece um nível de ensino tão organizado e comparado com outras de instituições de ensino médio e superior. É impressionante”, admirou.
Aconselhou aos estudantes a criar clubes de inglês, assistiram diariamente filmes e ouvirem músicas inglesas, na perspectiva de praticarem e não esquecerem o que aprenderam.
Por sua vez, a directora do centro, Ester Baptista, afirmou que o programa foi cumprido na ordem dos 100 por cento. “Esta foi uma nova experiência e um grande desafio para a Know-How”, salientou.