Gestão

Camiões condicionam a recuperação das estradas

A reabilitação das estradas nacionais 100 e 200, em Cabinda, depende do fim da movimentação de camiões que transportam pedras de Belize para a construção do porto de águas profundas do Caio.

A reabilitação das estradas nacionais 100 e 200, em Cabinda, depende do fim da movimentação de camiões que transportam pedras de Belize para a construção do porto de águas profundas do Caio.
O facto foi anunciado segunda-feira pelo governador de Cabinda, Eugénio Laborinho, durante o Conselho de Auscultação local.
A transportação das pedras de uma rocha dinamitada é feita por aproximadamente 20 camiões/dia, num traçado de mais de 180 quilómetros.
As estradas 100 e 200 ligam os municípios de Cabinda e os de Cacongo, Buco Zau e Belize. Eugénio Laborinho disse ser visível a degradação nessas vias como resultado da movimentação de camiões para construção da plataforma do novo porto de águas profundas.
Fonte do Caio Porto indica que a construção do novo porto de águas profundas termina em 2020 e que os atrasos na sua execução têm a ver com as alterações introduzidas no projecto inicial.
Para este ano, prevê-se a conclusão da ponte cais e o quebra-mar.
O porto de águas profundas do Caio terá um ancoradouro com 1.130 metros de comprimento, com capacidade de atracagem de 4 navios em simultâneo, 16 metros de profundidade, quatro pórticos para movimentar cerca de 60 contentores/hora.