Gestão

Avaliação de riscos previne falências

A gestão de risco realiza-se com a adopção de melhores práticas de infra-estrutura, políticas e metodologias, permitindo uma melhor gestão dos limites de risco aceitáveis.

A gestão de risco realiza-se com a adopção de melhores práticas de infra-estrutura, políticas e metodologias, permitindo uma melhor gestão dos limites de risco aceitáveis, do capital, do preço e da administração da carteira.
Risco significa incerteza sobre a ocorrência ou não de uma perda ou prejuízo, e a forma de se controlar os riscos é através da sua gerência. Ser capaz de gerir o risco significa “tentar evitar perdas, tentar diminuir a frequência ou severidade de perdas ou pagar as perdas de todos os esforços em contrário”, entendendo-se “frequência de perdas” como a quantidade de vezes que a perda ocorre, enquanto a severidade seria o custo do prejuízo decorrente da perda.
Conforme Jorion, no seu livro Gestão de risco financeiro considera-se, em primeira instância, os riscos financeiros que compreendem aqueles que ocasionam ganhos ou perdas de recursos financeiros para a instituição. Quanto à volatilidade, são observados resultados inesperados relacionados ao valor de activos ou passivos de interesse.
Pode-se classificar os riscos financeiros como estratégicos e não estratégicos. Os estratégicos são aqueles assumidos voluntariamente. Uma cautelosa exposição a esses tipos de risco é factor fundamental para o sucesso das actividades comerciais. Já os riscos não-estratégicos são aqueles que não podem ser controlados e não condicionam factor estratégico, e por isso denominado desta forma .

Tipos de risco
Crouhy, Galai e Mark, classificam os riscos financeiros de uma instituição como: risco de mercado, de crédito, de liquidez, operacional, legal e o risco de factor humano.
Os riscos são importantes para as decisões estratégicas e a principal causa das incertezas nas organizações, porque estão presentes nas actividades mais simples de uma empresa. Uma abordagem ampla e corporativa da gestão de riscos permite que uma organização contabilize o potencial impacto de todos os tipos de risco em todos os seus processos, actividades, produtos e serviços.
A premissa inerente à gestão de riscos corporativos é que toda a organização existe para gerar valor às partes interessadas. Todas elas enfrentam incertezas e o desafio dos seus administradores é determinar até que ponto aceitar essa incerteza e definir como ela pode interferir no esforço para gerar valor às partes interessadas.
Incertezas representam riscos e oportunidades que têm potencial para destruir ou agregar valor. A gestão de riscos corporativos possibilita aos administradores tratar com eficácia as incertezas, bem como os riscos e as oportunidades a elas associadas, a fim de melhorar a capacidade de gerar valor.
Uma iniciativa bem-sucedida de gestão de riscos corporativos pode afectar a probabilidade e o impacto de possíveis riscos, assim como proporcionar benefícios relacionados a decisões estratégicas mais bem fundamentadas, processos de mudança bem-sucedidos e aumento da eficiência operacional.
Outros benefícios incluem a redução do custo do capital, relatórios financeiros mais precisos, vantagem competitiva, melhoria da percepção da organização, melhor presença de mercado e, no caso de organizações de serviço público, aprimoramento no apoio político e comunitário. Em um processo de gestão de riscos podem existir várias etapas e actividades: identificação, avaliação, tratamento, monitoranto e comunicação de todos os problemas identificados.

Negócios
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