Finanças

Produção de água de mesa valoriza aposta interna

A oferta interna de água de mesa ou mineral, como se queira, está consolidada. A forte aposta na produção nacional deste produto de consumo obrigatório tirou das contas as elevadas somas de divisas que, de certo, eram dispendidas para a importação. De um tempo a esta parte, a água que se consome é de origem local e, um pouco pelo país, estão instaladas as fábricas. 

A oferta interna de água de mesa ou mineral, como se queira, está consolidada. A forte aposta na produção nacional deste produto de consumo obrigatório tirou das contas as elevadas somas de divisas que, de certo, eram dispendidas para a importação. De um tempo a esta parte, a água que se consome é de origem local e, um pouco pelo país, estão instaladas as fábricas. Cuanza Sul (Vale do Queve), Cuanza Norte (É bom), Huíla (Preciosa), Cabinda (Tchiowa) só para ilustrar, são unidades industriais de produção do que muitos já decidiram chamar de “precioso líquido”. O mais importante ainda é que este aumento da oferta também se reflecte no preço. Há dois anos, nesse período, o litro e meio de água custava 250 kwanzas, enquanto por cinco litros pagavam-se não menos de 600 kwanzas. Actualmente, a descida é de mais de metade. Há, claramente, uma redução e a entrada de cada vez mais operadores só abre as perspectivas de Angola ver baixado os preços e o consumo de água de mesa ser uma realidade para todas as famílias. O preço de 139 a 250 kwanzas, pela unidade de cinco litros hoje, já começa até a ser superado, porquanto já aparecem “bidons” com sete (7) litros ao custo de 350 kwanzas. A Refriango é ainda o produtor de maior presença pelo país.