Finanças

Necessidades especulativas dos clientes pressionam mercado monetário e cambial

O mercado cambial, nos dias de hoje em Angola, é muito pressionado por necessidades que muitas das vezes são especulativas, “mas também entendemos que há que se minimizar os efeitos especulativos no mercado cambial e o trabalho que estamos e vamos continuar a fazer é no sentido de trazer a moeda externa para o mercado oficial no sentido de formalizarmos e menos especularmos as divisas”.

O mercado cambial, nos dias de hoje em Angola, é muito pressionado por necessidades que muitas das vezes são especulativas, “mas também entendemos que há que se minimizar os efeitos especulativos no mercado cambial e o trabalho que estamos e vamos continuar a fazer é no sentido de trazer a moeda externa para o mercado oficial no sentido de formalizarmos e menos especularmos as divisas”.
Conforme disse Sandro Adérito Afonso dos Santos,o Governo de Angola e o BNA estão a trabalhar no sentido de regularizar o mercado cambial.
“Precisamos de dar uma credibilidade bancária ao mercado, para o efeito, deveremos estar predispostos e a actuar nas melhores formas da nossa actividade”, disse. Para o novo cargo, o responsável disse que a sua missão está baseada no comprometimento de missão.
Explicou que o Banco Nacional de Angola (BNA) tem como missão principal, a preservação do valor da moeda, e na sua missão, que compreende as províncias da Huíla, Namibe e Cunene, estar cientes de que o desafio é grande, por quanto a região é extensa.
Referiu que o contexto da economia nacional é promissor. Daí, vai incidir a sua missão em continuar a trabalhar para preservar a capacidade de liquidez do mercado.
Trabalhar também com os governos das províncias e com o sector bancário comercial, no sentido de também reforçar a fidelidade do sector bancário, é outra missão que o novo delegado do BNA se propõe efectivar no seu consulado.
Por outro lado, o trabalhador bancário, na Huíla, deve optar por práticas correctas, segundo a visão do delegado regional do Banco Nacional de Angola, que trabalha em conjunto com os órgãos afins para que o sector atinja os níveis de confiança que se pretende junto dos clientes. AM