Finanças

Governo aprecia política económica

O Conselho de Ministros aprovou e apreciou ontem, em Luanda, um conjunto de documentos, em que se destaca o Plano de Desenvolvimento Nacional (PND) 2018/2022.

O Conselho de Ministros aprovou e apreciou ontem, em Luanda, um conjunto de documentos, em que se destaca o Plano de Desenvolvimento Nacional (PND) 2018/2022.
Na sua 4ª sessão ordinária, orientada pelo Chefe de Estado angolano, João Lourenço, os membros do Executivo analisaram também os resultados do Plano Intercalar que está a ser implementado desde Outubro passado, onde constam os programas transversais sectoriais que resultarão no crescimento socioeconómico bem como atingir as metas e objectivos do desenvolvimento do milénio.
À imprensa, o ministro da Economia e Planeamento, Pedro Luís da Fonseca, lembrou que o Pnd é constituído por algumas das medidas fizeram parte do Programa Intercalar que foi implementado no período de Outubro de 2017 a Março deste ano. Fim do prazo de vigência do Programa Intercalar, o Executivo concebeu o Pnd, que encerra compromissos
de ordem interna e externa.
Entre os compromissos de índole externa destacou a agenda 2063 da União Africana, que deve ser implementada num período de 10 anos, e integra os compromissos constantes da agenda de Desenvolvimento Sustentável, agenda 2030.
No contexto internacional, o destaque recai também para os compromissos constantes do Plano Estratégico de Desenvolvimento Regional, no âmbito da SADC, numa altura em que Angola se encontra num processo de graduação de país de renda avançada.
Em termos de meta no domínio económico, o Pnd prevê um nível de crescimento em média de 5,5 por cento para o qual concorrerá o sector não petrolífero, onde pontificam a Agricultura, Construção, Indústria transformadora, Pescas e o de serviços, que são considerados ramos “com vocação
para a criação de emprego”.
“O Plano Intercalar foi implementado satisfatoriamente”, disse o ministro da Economia e Planeamento, Pedro Luís da Fonseca.