Finanças

Finanças apontam soluções

O ministro das Finanças, Augusto Archer Mangueira, aconselhou na quarta-feira (4), os governos provínciais, cujos professores foram desactivados do sistema.

O ministro das Finanças, Augusto Archer Mangueira, aconselhou na quarta-feira (4), os governos provínciais, cujos professores foram desactivados do sistema de gestão financeiro nacional, a apurarem as razões e ajudarem a regularizar a situação. Segundo o ministro, que trabalhou na cidade do Lubango, província da Huíla, entre terça e quarta-feira, o problema será resolvido desde que se respeitem os procedimentos legais, ou seja, completar os processos dos docentes em causa. O governo descartou a possibilidade de atrasos no pagamento de salários de professores que solucionarem o problema que se arrasta desde Abril último. Em declarações aos jornalistas, no final da visita de constatação das obras das infra-estruturas integradas do Lubango, sublinhou que enquanto os “desactivados” não completarem os seus processos o salário ficará suspenso, pois que há possibilidades de alguns serem “fantasmas”. “Todos os processos estão a ser regularizados entre o sector de educação e as finanças. Agora é preciso assegurar também que alguns são professores que foram contratados e que têm os processos por concluir por motivos de vária ordem e outros possivelmente por dupla efectividade”, disse. De um total de mais de 18 mil professores, na província da Huíla, 1.807 estão desactivados do Sistema Integrado de Gestão Financeira do Estado (SIGFE) desde Abril, provocando uma onda de protestos para reivindicar os seus salários. Esta semana, o ministro Archer mangueira visitou também a província do Moxico, tendo sido recebido pelo governador Gonçalves Muandumba. Naquela província, Archer Mangueira foi constatar o grau de execução de vários projectos financiados pelo governo central.