Finanças

Feijão à mesa mais barato

O feijão produzido no mercado nacional baixou consideravelmente de preço, nestes dias, se comparado com os praticados até ao último semestre.

O feijão produzido no mercado nacional baixou consideravelmente de preço, nestes dias, se comparado com os praticados até ao último semestre. Durante a ronda desta semana, efectuada pela equipa do JE, constatou-se haver um equilíbrio entre a procura e a oferta de muitos bens. A queda nos preços está a deixar satisfeito os consumidores, que conseguem adquirir o grão a preços compatíveis. Esta satisfação dos compradores nos mercados e supermercados da capital é bem vísivel. Por exemplo, um quilograma de feijão manteiga, que custava 1.500 kwanzas, está ser comprado no valor de 800 a 625 kwanzas nos supermecados, ao passo que no mercado informal o mesmo está no preço de 600. Ou seja, depende muito da área e da referência do feijão, pois há localidades que este chega mesmo a custar 450 Kwanzas por um quilograma. Já o quilo de catarina que tinha um o preço a oscilar entre 570 a 700 kwanzas, nos dias que correm o interessado adquiri a mesma quantidade, mas ao preço de 275 a 300 kwanzas. Há indicações de que a produção do feijão está aos poucos a conseguir substituir as importações, facto de aplaudir.

Clientes mostram satisfação

O crescimento da oferta de bens de produção nacional está a devolver o equilíbrio que o custo final necessita. Faz tempo em que os produtos importados, face à escassez dos nacionais, pesavam no bolso do consumidor nas horas das compras.
O alegado custo das importações, devido ao fraco acesso às divisas, já começa a ser história de outro tempo. Sabe-se que o comportamento do consumidor varia de acordo com o rendimento disponível e dos preços dos bens, o que faz com que as famílias encontrem as melhores opções para racionalizar os seus recursos.
Por isso, mexer nos preços provoca pertubações na economia de qualquer família.
Nos dias que correm a preocupação com os preços dos bens de consumo, fundamentalmente, nas grandes superfícies comerciais e em outros locais, tem se levado muito em conta, pois até uma diferença de 50 kwanzas muda o comportamento do consumidor.
O sobe e desce dos preços que se regista quase que diariamente nos supermercados tem levado muitos consumidores a fazerem as melhores opções para comprar e ficar com algum excedente. Entretanto, a época de saldos, com baixas de preços, valida a campanha promocional dos supermercados e que sem escassear as prateleiras faz com que quem sai a procura de alimentos e outros consumíveis o faça sem forte pressão. Clientes que interpelamos afirmaram com unanimidade que os preços dos produtos básicos reduziram ligeiramente quando comparados com os dos últimos meses.
Nos cinco supermercados visitados pela reportagem do JE, designadamente Shoprite, Maxi, Kero, Candando e Alimenta Angola não se registou variações de preços, tendência que acabou sendo também observada em lojas informais, revelando elevada estabilidade.