Finanças

Agora é tirar do “stock”

Entre mitos e verdades, muitas pessoas consomem alguns produtos mesmo depois de o prazo de validade estar vencido, acreditando que permanecem aptos para o consumo humano até dois meses depois deste prazo, sobretudo quando este ou aquele produto é promocinal aos olhos dos “menos atentos”.

Entre mitos e verdades, muitas pessoas consomem alguns produtos mesmo depois de o prazo de validade estar vencido, acreditando que permanecem aptos para o consumo humano até dois meses depois deste prazo, sobretudo quando este ou aquele produto é promocinal aos olhos dos “menos atentos”.
Durante a ronda desta semana do JE junto dos principais supermercados, verificou-se que o cidadão mais prudente está sempre atento aos prazos de validade e ao estado de conservação dos alimentos à venda dentro e fora dos estabelecimentos comerciais. Todavia, há quem compre produtos sem dar atenção a este pormenor, tal como aconteceu com a cidadã Inês Paulo. Interpelada à saída de um dos supermercados de Luanda, onde acabava de comprar alguns alimentos, disse que, normalmente, tem o cuidado de verificar a data de caducidade dos produtos, mas neste dia, alegadamente por pressa, esqueceu-se de fazê-lo.
Entretanto, contou que não foi a primeira vez que o fez. “Quando os produtos estão em promoção a intenção é de colher tudo que achamos que, normalmente, é vendido a um preço alto e quando isso acontece esquecemos de verificar a validade deste”. Também por pressa, emoção pelo preço promocional e falta de hábito, Sandra Alberto explicou que ja adquiriu óleo vegetal “caducado” num supermercado, atraída pela quantidade que poderia levar com menos dinheiro que o habitual.
Sanda diz que fê-lo porque uma vizinha a informou que os produtos ainda continuam com as mesmas propriedades dois meses depois de terminar o prazo de validade.