Especial

PR já visitou seis de 12 países eleitos entre os que são prioritários

No discurso de tomada de posse a 26 de Setembro de 2017, o Presidente João Lourenço referenciou um total de 12 países, sem menosprezar outros não citados, como os que vão dominar as prioridades da agenda diplomática angolana no decurso da legislatura que encerra em 2022.

No discurso de tomada de posse a 26 de Setembro de 2017, o Presidente João Lourenço referenciou um total de 12 países, sem menosprezar outros não citados, como os que vão dominar as prioridades da agenda diplomática angolana no decurso da legislatura que encerra em 2022.
Destes países, a diplomacia económica actuante e de proximidade que tem estado a ser materializada por João Lourenço já concretizou em 12 meses de 365 dias a meta de serem visitados ao todo sete países, casos de França (Maio), Bélgica (Junho), África do Sul (Julho), Alemanha (Agosto), Estados Unidos (Setembro) e China (Setembro).
Para este ano estão ainda previstas visitas para Reino Unido, Portugal e Moçambique.
Quanto aos parceiros como Coreia do Sul, Itália, Brasil, Japão e Federação Russa, também citados no discurso de João Lourenço como prioritários na cooperação político-económica, os sinais indicam que, em breve, o estadista angolano que está a encabeçar a reconquista da confiança internacional para Angola deslocar-se-a a estes países.
No centro, a diplomacia económica está a ser encarada como uma das mais importantes vertentes da política externa, quer ao nível estritamente económico e comercial do relacionamento bilateral, regional e multilateral, quer na promoção da imagem do país no exterior, tanto de expectativa da exportação de bens e serviços, como na captação de investimento directo estrangeiro.
Pretende-se, conforme foi amplamente divulgado, reanalisar o papel a assumir por Angola na actual conjuntura regional e internacional, dando primazia aos contactos com os parceiros interessados, reforçando a participação das representações diplomáticas angolanas na captação do investimento estrangeiro e na promoção do acesso ao conhecimento científico, técnico e tecnológico, contribuindo para que os empresários e industriais angolanos estejam mais presentes em África.