Empresas

Governo quer reduzir pobreza para 25 por cento até 2022

O Executivo angolano propõe-se a reduzir a incidência da pobreza de 36,6 para 25,o por cento que corresponde a cerca de três milhões de cidadãos, dos quais 412.624 em 2018.

O Executivo angolano propõe-se a reduzir a incidência da pobreza de 36,6 para 25,o por cento que corresponde a cerca de três milhões de cidadãos, dos quais 412.624 em 2018.

Segundo avança um documento do Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher a que o JE teve acesso, divulgado recentemente, uma das prioridades do Plano Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza (PIDLCP) é o de contribuir para a aceleração desta iniciativa, sendo que nos municípios onde se justificar, a focalização deverá obedecer ao princípio de absorção de 70 por cento de ex-militares e 30 de membros das
comunidades nos projectos.
Uma das prioridades do Pidlcp, revela a fonte, é concluir a reintegração de cerca de 80.537 ex-militares, dos quais 7.873 na província de Luanda, daí a a necessidade da sua inserção efectiva em iniciativas de “inclusão produtiva” que sejam consentâneas com as suas aptidões e vocação, de forma a conferir auto-sustentabilidade e dignidade.

Potenciar as regiões
Convidada a discursar na abertura do seminário provincial de Luanda sobre disseminação e orientação metodológica para a operacionalização do Pidlcp, realizado recentemente, a ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Victória Francisco Correia Conceição, revelou que o programa estão alinhados ao programa que visa tirar milhões de angolanos da situação de vulnerabilidade
e de pobreza extrema.
Segundo avançou, os eixos estratégicos que norteiam as intervenções de desenvolvimento local e de combate à pobreza, no âmbito do programa integrado, estão em “alinhamento com o processo de reforço da desconcentração e descentralização administrativa em curso no país, promovendo mecanismos de transferência de competências dos órgãos centrais aos da administração local do Estado, bem como potenciá-los com meios humanos e soluções técnicas e tecnológicas, tendo em vista a efectivação paulatina
das autarquias locais”.