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Epas do Bengo quer verbas

Catorze milhões 413 mil 360 kwanzas é o montante que a Empresa Pública de Águas e Saneamento (EPAS) do Bengo necessita mensalmente para cobertura dos custos operacionais para garantir o funcionamento da instituição.

Catorze milhões 413 mil 360 kwanzas é o montante que a Empresa Pública de Águas e Saneamento (EPAS) do Bengo necessita mensalmente para cobertura dos custos operacionais para garantir o funcionamento da instituição.
A informação foi prestada em Caxito pelo presidente do Conselho de Administração, Carlos Gomes, quando falava na apresentação do diagnóstico técnico da Epas do Bengo, no quadro da visita de trabalho da governadora provincial, Mara Quiosa.
Carlos Gomes disse que os quatro milhões de kwanzas provenientes da cobrança da água são insuficientes para garantir o bom funcionamento da empresa.
Frisou que de num universo de aproximadamente 100 mil habitantes de Caxito, a Epas do Bengo controla apenas 3.500 clientes, um número bastante reduzido que neste momento recebe água ao domicílio, com toneira no quintal, incluindo também as ligações por fontenários.
A empresa, de acordo com Carlos Gomes, está na fase inicial da sua estruturação e implantação, estando neste momento a gerir os sistemas de Caxito sede e arredores, assim como o da localidade do Porto Quipiri, aguardando proximamente a gestão da Estação de Tratamento de Água (ETA) da Centralidade do Capari e da localidade do Panguila, neste momento sob controlo da Epal.